Rafael Faria
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Estava vindo do trabalho, um dia qualquer de semana. Passo pela catraca com a mochila gigante nas costas como sempre fiz, e olho para os bancos do ônibus, lotados como sempre. Andei até o fundo do ônibus (é sempre um lugar que não gosto de andar) e encontrei um lugar bem de centro do corredor, aquele que se o ônibus brecar bruscamente eu vôo até a catraca de cara. Foi nesta hora que notei na minha frente, um homem com a barra da calça conforme imagem de post, coitado, ou ele era pobre de mais (não parecia) ou do tipo que não ta nem ai pra nada.
Estava vindo do trabalho, um dia qualquer de semana. Passo pela catraca com a mochila gigante nas costas como sempre fiz, e olho para os bancos do ônibus, lotados como sempre. Andei até o fundo do ônibus (é sempre um lugar que não gosto de andar) e encontrei um lugar bem de centro do corredor, aquele que se o ônibus brecar bruscamente eu vôo até a catraca de cara. Foi nesta hora que notei na minha frente, um homem com a barra da calça conforme imagem de post, coitado, com uma fita auto-adesiva para segurar a 'bainha'. Ou ele era pobre de mais (não parecia) ou do tipo que não ta nem ai pra nada.

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